Foto: Fernando Maia/Fotocom-CPB
O bicampeão mundial de paraciclismo Soelito Gohr conquistou o primeiro ouro do Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, ao vencer a prova Contra Relógio com o tempo de 27m23s22. O colombiano Diego Dueñas ficou com a prata, pouco mais de um segundo à frente do brasileiro João Schwindt, que garantiu o bronze em 27m33s83.
“Não sabíamos que iriam juntar todas as classes na mesma prova e que o resultado dependeria do índice de correção. Fomos surpreendidos quando recebemos a notícia no café da manhã deste domingo. Fiquei apreensivo, mas no fim deu certo. Os 40 minutos de espera pelo resultado foram mais difíceis que os 27m23s22 de prova”, revelou o campeão.
Bicampeão parapan-americano, quando a modalidade tinha uma competição separada, o catarinense de Brusque foi o melhor entre as cinco classes C (C1 a C5). “A medalha é resultado também da valorização do nosso trabalho pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), que confiou no nosso potencial”, comemorou Soelito.
Ele ingressou na Seleção Brasileira de Paraciclismo em 2007, após um acidente que deixou sequelas em um braço e no ombro. Desde então, conquistou vários resultados importantes, como o bicampeonato mundial Estrada em 2009, na Itália, e 2010, no Canadá, e o quarto lugar nas Paraolimpíadas de Pequim, em 2008.
Foto: Cleber Mendes - Fotocom.net/CPBCom o resultado deste domingo, Soelito e João entram para a história do paradesporto brasileiro como os primeiros medalhistas do ciclismo brasileiro no Parapan-Americano, já que a modalidade estreia este ano no programa dos Jogos, que estão em sua quarta edição.
“Dedico a medalha à minha mãe, minha família e minha namorada, que tanto me apóiam. Agora tenho mais três provas pela frente, duas de pista e uma de estrada. Estou confiante e quero voltar para casa com mais conquistas”, disse o brasiliense João.
Para o coordenador nacional da modalidade, Romolo Lazzaretti, o pódio já era esperado. “Não contávamos com o critério de juntar todas as classes na mesma prova, mas sabíamos que iríamos bem. Que o resultado sirva para dar maior visibilidade ao ciclismo e atrair novos atletas”, afirmou.
“Dedico a medalha à minha mãe, minha família e minha namorada, que tanto me apóiam. Agora tenho mais três provas pela frente, duas de pista e uma de estrada. Estou confiante e quero voltar para casa com mais conquistas”, disse o brasiliense João.
Para o coordenador nacional da modalidade, Romolo Lazzaretti, o pódio já era esperado. “Não contávamos com o critério de juntar todas as classes na mesma prova, mas sabíamos que iríamos bem. Que o resultado sirva para dar maior visibilidade ao ciclismo e atrair novos atletas”, afirmou.

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